Plano Referencial de Desenvolvimento Sustentável da Península de Itapagipe

Este Plano é fruto de um processo de construção coletiva, que tem como finalidade a implementação e consolidação de um modelo de gestão compartilhada no território da Península de Itapagipe, Cidade Baixa, Salvador – Bahia. Contempla sociedade civil organizada, governo e empresariado local numa estratégia de ação para o desenvolvimento sustentável, que priorize ações de auto-cuidado e co-responsabilidade em busca de uma melhor qualidade de vida para a população local.

Em suma, o PRDI está dividido em capítulos que contem uma caracterização do território formado pelos quatorze bairros integrantes da Península de Itapagipe, suas potencialidades e desafios, o cenário construído para os próximos dez anos e o modelo de intervenção sugerido, que propõe ações em quatro grandes dimensões fundamentais: valorização do fator humano, infra-estrutura e serviços, diversidade econômica produtiva e organização e gestão do espaço urbano.

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Plano de Cultura de Itapagipe

Na atualidade, a cultura vem se firmando como o grande fator de criatividade e humanização do ambiente urbano, para o reencontro das suas origens, seu passado, revivendo a construção de suas identidades.

A Rede CAMMPI vem refletindo sobre isso e a partir do Plano Referencial de Desenvolvimento da Península de Itapagipe, estabelece a cultura com um papel central na valorização do fator humano e construção de uma cidade socialmente mais justa.

Este Plano representa o início de um novo ciclo de dinamização cultural na região, construído democraticamente com a sociedade civil organizada ao longo de dois anos, a partir da criação do Colegiado Local de Cultura de Itapagipe, que otimiza e amplia as construções da Subcomissão de Cultura e Informação da Rede CAMMPI. Esta, por sua vez, atua na formulação de propostas culturais para Itapagipe desde 2003.

Este documento representa, também, uma importante contribuição à construção de políticas públicas de Cultura para a Cidade do Salvador, estimulando outras regiões administrativas a seguirem o seu exemplo. Este grande desafio foi vencido pelo envolvimento dos representantes de nossas entidades artísticos culturais integrantes do Colegiado Local de Cultura e de parceiros institucionais do NAI – Núcleo de Articulação Institucional de Itapagipe.

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Catálogo Cultural Itapagipe

A Península de Itapagipe é uma das regiões mais ricas em patrimônio cultural material e imaterial, da cidade de Salvador. Localizada no interior da Baía de Todos os Santos, marcada pelas belezas naturais, Itapagipe era local certo de veraneio da elite soteropolitana até meados do século XX.

Hoje a península é distribuída em um conjunto de 14 bairros: Ribeira, Bonfim, Monte Serrat, Dendezeiros, Uruguai, Vila Rui Barbosa, Massaranduba, Baixa do Petróleo, Alagados, Roma, Mares e Calçada, além do bairro do Lobato, que se localiza sobre a Península de Joanes. 

Com o objetivo de fortalecer a cultura local, mapear os grupos e implementar o Plano Local de Cultura de Itapagipe (PLC), o Centro de Arte e Meio Ambiente (CAMA) desenvolveu o projeto Fortalecimento da Rede de Cultura de Itapagipe. Além de fortalecer a produção artística-cultural do território, o projeto realizou mapeamento dos grupos e artistas, que contribuiu para atualização de dados do diagnóstico realizado pelo colegiado desde 2009, com foco no cadastramento de grupos, reuniões setoriais de cultura e dinamização dos espaços culturais do território.

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Plano Referencial de Desenvolvimento Sustentável da Península de Itapagipe -PRDI

Este Plano é fruto de um processo de construção coletiva, que tem como finalidade a implementação e consolidação de um modelo de gestão compartilhada no território da Península de Itapagipe, Cidade Baixa, Salvador – Bahia. Contempla sociedade civil organizada, governo e empresariado local numa estratégia de ação para o desenvolvimento sustentável, que priorize ações de autocuidado e corresponsabilidade em busca de uma melhor qualidade de vida para a população local.

Em suma, o PRDI está dividido em capítulos que contem uma caracterização do território formado pelos quatorze bairros integrantes da Península de Itapagipe, suas potencialidades e desafios, o cenário construído para os próximos dez anos e o modelo de intervenção sugerido, que propõe ações em quatro grandes dimensões fundamentais: valorização do fator humano, infraestrutura e serviços, diversidade econômica produtiva e organização e gestão do espaço urbano.

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